A disciplina do amor
01- Após a leitura do conto "A disciplina do amor", explique a palavra "disciplina" presente no titulo
RESPOSTA- O bom comportamento do cachorro que todos os dias ia esperar seu dono no mesmo horário de sempre.
10- Leia atenciosamente o trecho: "Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando partiu) continuou a esperá-lo na esquina.As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?...Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção" responda:
a) Que palavras ou expressões nos mostra que já havia se passado muito tempo>
RESPOSTA- era, esperando.
b) Por que as pessoas estranhavam a espera incessante do cachorro?
RESPOSTA- Porque todos sabiam que o dono do cachorro estava morto e não ia mais voltar.
c) O que aconteceu com o cachorro? Retire o trecho que comprove sua resposta.
RESPOSTA- O cachorro envelheceu mais continuou lá esperando o dono, olando na mesma direção.
domingo, 27 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
A disciplina do amor - Lygia Fagundes Telles
Atividades - Luiz - 1º Ano
01. Após a leitura do conto "A disciplina do amor", explique a palavra "disciplina" presente no título.
Resposta: A palavra disciplina nesse caso se refere a como o cachorro ia todos os dias fielmente esperar seu dono, no mesmo horário, e que mesmo após a morte do dono o cachorro não desistiu e continuou com seu "ritual" diário, mas a disciplina nesse caso não era apenas algo obrigatório, era algo derivado do amor do cachorro por seu dono, que o motivava a esperá-lo todos os dias mesmo sem a obrigação de fazer tal coisa.
10. Leia atenciosamente o trecho: "Só o cachorro já velhíssimo(era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?...Uma tarde(era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção." e responda:
a) Que palavras ou expressões nos mostra que já havia se passado muito tempo?
Resposta: "já velhíssimo(era jovem quando o jovem partiu)" indica a passagem de tempo no conto.
b) Por que as pessoas estranhavam a espera incessante do cachorro?
Resposta: Porque o cachorro aparecia diariamente, no mesmo horário e local, para esperar alguém de quem ninguém mais se lembrava, de tanto tempo que havia se passado.
c) O que aconteceu com o cachorro? Retire o trecho que comprove sua resposta.
Resposta: O cachorro eventualmente morreu de velhice, numa tarde de inverno e no mesmo local de sempre, esperando por seu dono. Trecho - "Uma tarde(era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção."
01. Após a leitura do conto "A disciplina do amor", explique a palavra "disciplina" presente no título.
Resposta: A palavra disciplina nesse caso se refere a como o cachorro ia todos os dias fielmente esperar seu dono, no mesmo horário, e que mesmo após a morte do dono o cachorro não desistiu e continuou com seu "ritual" diário, mas a disciplina nesse caso não era apenas algo obrigatório, era algo derivado do amor do cachorro por seu dono, que o motivava a esperá-lo todos os dias mesmo sem a obrigação de fazer tal coisa.
10. Leia atenciosamente o trecho: "Só o cachorro já velhíssimo(era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?...Uma tarde(era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção." e responda:
a) Que palavras ou expressões nos mostra que já havia se passado muito tempo?
Resposta: "já velhíssimo(era jovem quando o jovem partiu)" indica a passagem de tempo no conto.
b) Por que as pessoas estranhavam a espera incessante do cachorro?
Resposta: Porque o cachorro aparecia diariamente, no mesmo horário e local, para esperar alguém de quem ninguém mais se lembrava, de tanto tempo que havia se passado.
c) O que aconteceu com o cachorro? Retire o trecho que comprove sua resposta.
Resposta: O cachorro eventualmente morreu de velhice, numa tarde de inverno e no mesmo local de sempre, esperando por seu dono. Trecho - "Uma tarde(era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção."
Uma vela para Dario
Uma vela para Dario conta a história de Dario, um homem comum que acaba passando mal no meio da rua e morre, e o "espetáculo" em que a morte de Dario se transforma, com as várias tentativas frustradas de algo que sequer pode ser chamado de ajuda por parte das pessoas que se reuniram à volta de Dario até que, finalmente, Dario acaba por morrer sem a ajuda de ninguém.
O conto demonstra de forma quase sombria e implícita a ignorância e o egoísmo da sociedade, pontos os quais são retratados através de cenas como a em que as pessoas tentam salvar Dario o levando até um táxi para que fosse ao hospital, mas todos, ao serem questionados pelo motorista do táxi - "Quem vai pagar a corrida?" acabam por desistir do táxi por egoísmo de não quererem pagar para salvar a vida do pobre homem. Em seguida podemos ver mais uma vez a maldade por parte das pessoas ao desistir de salvar Dario por ser "muito peso" em carregá-lo até a farmácia na outra rua, sendo que após isso decidem por deixá-lo em frente a uma peixaria onde ninguém o ajuda e ele acaba por morrer.
A crítica em geral ocorre principalmente após a morte de Dario, que enquanto vivo possuía relógio, aliança de ouro, documentos e paletó, mas após sua morte é possível ver a descrição da aparência de Dario mudando lentamente, em certo momento ele não possui mais seu relógio, depois a aliança, os documentos e por fim seu paletó, que mesmo com a demonstração de bondade de um senhor que dobrou o paletó e o colocou abaixo da cabeça de Dario para que ele pudesse "descansar", não foi suficiente, pois roubaram o paletó da mesma forma que haviam roubado os outros bens do homem.
O "espetáculo" da morte de Dario termina quando o carro negro da polícia investe a multidão, fazendo com que todas as pessoas que ali se encontravam acabem por se afastar, tropeçando e pisoteando Dario dezessete vezes, ignorando o homem, agora morto. Essa cena demonstra a ignorância alheia pela vida do próximo, Dario que estava vivo pouco tempo atrás, agora era pisoteado como se não fosse nada, como se nunca tivesse sido um ser humano que sofreu da mesma forma que todos os outros que ali se encontravam.
E mesmo com a cena final, um garoto de cor que acende uma vela para Dario, para iluminar seu caminho em um lugar distante, eventualmente a vela se apaga com as gotas da chuva que volta a cair e Dario, assim como a vela que se apaga, eventualmente será esquecido pela sociedade impiedosa.
Luiz - 1º Ano
O conto demonstra de forma quase sombria e implícita a ignorância e o egoísmo da sociedade, pontos os quais são retratados através de cenas como a em que as pessoas tentam salvar Dario o levando até um táxi para que fosse ao hospital, mas todos, ao serem questionados pelo motorista do táxi - "Quem vai pagar a corrida?" acabam por desistir do táxi por egoísmo de não quererem pagar para salvar a vida do pobre homem. Em seguida podemos ver mais uma vez a maldade por parte das pessoas ao desistir de salvar Dario por ser "muito peso" em carregá-lo até a farmácia na outra rua, sendo que após isso decidem por deixá-lo em frente a uma peixaria onde ninguém o ajuda e ele acaba por morrer.
A crítica em geral ocorre principalmente após a morte de Dario, que enquanto vivo possuía relógio, aliança de ouro, documentos e paletó, mas após sua morte é possível ver a descrição da aparência de Dario mudando lentamente, em certo momento ele não possui mais seu relógio, depois a aliança, os documentos e por fim seu paletó, que mesmo com a demonstração de bondade de um senhor que dobrou o paletó e o colocou abaixo da cabeça de Dario para que ele pudesse "descansar", não foi suficiente, pois roubaram o paletó da mesma forma que haviam roubado os outros bens do homem.
O "espetáculo" da morte de Dario termina quando o carro negro da polícia investe a multidão, fazendo com que todas as pessoas que ali se encontravam acabem por se afastar, tropeçando e pisoteando Dario dezessete vezes, ignorando o homem, agora morto. Essa cena demonstra a ignorância alheia pela vida do próximo, Dario que estava vivo pouco tempo atrás, agora era pisoteado como se não fosse nada, como se nunca tivesse sido um ser humano que sofreu da mesma forma que todos os outros que ali se encontravam.
E mesmo com a cena final, um garoto de cor que acende uma vela para Dario, para iluminar seu caminho em um lugar distante, eventualmente a vela se apaga com as gotas da chuva que volta a cair e Dario, assim como a vela que se apaga, eventualmente será esquecido pela sociedade impiedosa.
Luiz - 1º Ano
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Lygia Fagundes Telles
1)Após a leitura do conto "A disciplina do amor ",explique a palavra "disciplina"presente no titulo: R;Disciplina quer dizer que obedece uma regra, que o cachorro ia todos os dias no mesmo lugar esperar seu dono no mesmo horário. 10)Leia atenciosamente o trecho "Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu)continuou a esperá-lo na sua esquina.As pessoas estranhavam , mas quem esse cachorro está esperando?...Uma tarde (era inverno ) ela lá ficou , o focinho voltado para aquela direção ."e responda ; A)Que palavra ou expressões nos mostra que já havia se passado muito tempo? R:Era esperado. B)por que as pessoas estranhavam a espera incessante do cachorro? R:Porque todos sabiam que o dono dele não iria voltar. C)O que aconteceu com o cachorro? Retire o trecho que comprove sua resposta. R:O cachorro envelheceu mas continuou lá esperando o dono, olhando na mesma direção. DE: Andre
Uma vela para Dario
As pessoas que passaram por Dario não se importou se ele estava bem ou morto , em vez de ajudarem, ligarem para uma ambulância, não passaram por ele como se não estivesse nada ali, não deram a minima para ele . Oque mais assusta ali foi o fato de mesmo as pessoas verem Dario ali jogado tiveram coragem de roubar seus bens pessoais . DE;Andre
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Uma vela para Dario
O conto Uma vela para Dario destaca o fato das pessoas se importarem mais com os bens materiais e não pensarem nas outras pessoas, mostrando a ignorância das pessoas que ao invés de ajudar o homem que estava morrendo as pessoas formaram uma multidão em torno de Dario e roubarem seus pertences.O autor Dalton Trivisan abordou uma situação presente na nossa sociedade, a falta de amor ao próximo e a extrema valorização dos bens materiais, tando como exemplo as pessoas de foram incapazes de ajudar o homem que estava morrendo e ainda acabaram roubando seus pertences.
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Felicidade Clandestina
Em "Felicidade Clandestina", a escritora Clarice Lispector conta uma de suas histórias quando adolescente, ela inicia o conto descrevendo a antagonista - gorda, ruiva, de cabelos encaracolados e busto grande, e após isso ela descreve o comportamento da mesma, alguém sádico e talvez até vingativo. A protagonista pensa que esse comportamento ocorre pelo fato de que enquanto ela, que é magra, bonita, esbelta, a antagonista é totalmente o contrário, e essa diferença causa inveja na antagonista e é a partir daí que a história se desenrola.
A personagem de Clarice tem grande afeição por livros, e quando ela descobre que a antagonista, filha do dono de uma livraria, possui um livro que, segundo ela, é o tipo de livro a se dormir com, comer com, e é nesse ponto que a "tortura chinesa" começa. A ingênua menina com sua afeição quase exagerada quer o livro de toda forma mas a antagonista se recusa a emprestá-lo inventando desculpas, as quais, a protagonista com sua ingenuidade, acaba por acreditar. Tal tortura continua por dias, até que a mãe da sádica menina ruiva, estranhando a presença de uma menina desconhecida em frente a sua casa por vários dias seguidos, descobre o comportamento da filha e a força a emprestar o livro para a protagonista por tempo indeterminado.
A personagem de Clarice, com sua ingenuidade, fica perplexa ao saber que pode ficar com o livro por tempo indeterminado, segundo ela, é algo melhor do que possuir o livro, é uma "felicidade clandestina", uma felicidade quase proibida, algo que só ela conhece e que vai permanecer apenas dentro dela, após finalmente conseguir o livro nós vemos uma verdadeira transformação no comportamento da menina, uma "epifania" de certa forma, ela deixa de ser apenas uma menina com um livro e se torna uma mulher com seu amante. Ela possui aquele momento, apenas entre eles, algo precioso que ninguém mais conhece, algo secreto com um sentimento quase proibido, depois de tanto sofrer para tê-lo.
Luiz - 1º Ano
A personagem de Clarice tem grande afeição por livros, e quando ela descobre que a antagonista, filha do dono de uma livraria, possui um livro que, segundo ela, é o tipo de livro a se dormir com, comer com, e é nesse ponto que a "tortura chinesa" começa. A ingênua menina com sua afeição quase exagerada quer o livro de toda forma mas a antagonista se recusa a emprestá-lo inventando desculpas, as quais, a protagonista com sua ingenuidade, acaba por acreditar. Tal tortura continua por dias, até que a mãe da sádica menina ruiva, estranhando a presença de uma menina desconhecida em frente a sua casa por vários dias seguidos, descobre o comportamento da filha e a força a emprestar o livro para a protagonista por tempo indeterminado.
A personagem de Clarice, com sua ingenuidade, fica perplexa ao saber que pode ficar com o livro por tempo indeterminado, segundo ela, é algo melhor do que possuir o livro, é uma "felicidade clandestina", uma felicidade quase proibida, algo que só ela conhece e que vai permanecer apenas dentro dela, após finalmente conseguir o livro nós vemos uma verdadeira transformação no comportamento da menina, uma "epifania" de certa forma, ela deixa de ser apenas uma menina com um livro e se torna uma mulher com seu amante. Ela possui aquele momento, apenas entre eles, algo precioso que ninguém mais conhece, algo secreto com um sentimento quase proibido, depois de tanto sofrer para tê-lo.
Luiz - 1º Ano
Felicidade Clandestina
No livro "Felicidade Clandestina" a escritora Clarice Lispector fala sobre uma garota gorda, baixa e sardenta que tinha o pai dono de uma livraria que pouco aproveitava, não gostava das suas colegas de classe e por isso as tratava mal.Um dia a garota gorda falou que iria emprestar um livro que era de extrema importância para sua colega de classe, mas sempre adiava a entrega do livro, sempre com uma desculpa diferente com a intensão de fazer sua colega sofrer com a espera.Até que um dia a mãe da garota gorda achou estranho o comportamento das duas meninas e descobriu o que estava acontecendo.
A mãe da garota indignada com a situação ordenou que sua filha emprestasse o livro para a menina por quanto tempo ela quisesse, para a garota emprestar o livro por tempo indeterminado valia mais de ela tivesse dado o livro para ela, naquele dia a menina senti algo estranho, uma felicidade clandestina, pelo fato dela estar sentindo aquela felicidade em segredo parecia ser algo proibido.
A mãe da garota indignada com a situação ordenou que sua filha emprestasse o livro para a menina por quanto tempo ela quisesse, para a garota emprestar o livro por tempo indeterminado valia mais de ela tivesse dado o livro para ela, naquele dia a menina senti algo estranho, uma felicidade clandestina, pelo fato dela estar sentindo aquela felicidade em segredo parecia ser algo proibido.
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Felicidade clandestina
O momento decisivo do conto é quando a mãe da menina dona do livro descobre que a sua filha está enganando a outra ,e por isso disse que emprestaria o livro pelo tempo que ela quisesse ficar .
A felicidade da menina foi quando ela teve a posse do livro ,e a expressão clandestina seria o momento em que ela tentava prolongara de varias formas o prazer de estar com o livro.
O momento decisivo do conto é quando a mãe da menina dona do livro descobre que a sua filha está enganando a outra ,e por isso disse que emprestaria o livro pelo tempo que ela quisesse ficar .
A felicidade da menina foi quando ela teve a posse do livro ,e a expressão clandestina seria o momento em que ela tentava prolongara de varias formas o prazer de estar com o livro.
Assinar:
Comentários (Atom)